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  • 15.12.2016
  • Por Meu Agronegócio

O papel da Andef na agricultura

Andef

O conhecimento que temos hoje nos mostra que pensar em nossas ações individualmente, sem considerar suas consequências para o resto do planeta, é um grande erro. É por isso que entidades como a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) devem trabalhar não apenas para representar os interesses de seus associados, mas também para colaborar com o equilíbrio do meio ambiente.

A própria associação anuncia que sua missão não é apenas proteger a agricultura brasileira, mas também construir um planeta sustentável. Por isso, não economiza no discurso que reitera a importância do forte investimento em ciência e inovação por parte das indústrias de defensivos agrícolas, suas representadas.

Combate à fome

A colaboração social do segmento não está relacionada apenas com os investimentos para desenvolver soluções cada vez menos agressivas ao ecossistema, mas também na própria finalidade do produto. O defensivo agrícola é um dos principais recursos do agricultor para aumentar a produtividade da sua lavoura – e esse é um objetivo a ser atingido não somente para colher maiores lucros.

Não é de hoje que a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que a produção de alimentos para a população mundial será um grande desafio em poucos anos – à parte do problema da má distribuição do que é produzido hoje. Segundo estimativas da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO), considerando a expectativa de 9 bilhões de pessoas no planeta em 2050, a agricultura precisará produzir 60% a mais de comida.

Como as áreas para o cultivo são finitas, a solução é produzir mais em menos espaço, justamente o processo pelo qual a agricultura brasileira passou até se tornar referência mundial. “Os defensivos agrícolas são parte importante de um pacote tecnológico que ajudou a transformar a agricultura brasileira nas últimas décadas. Graças à tecnologia aplicada em nossas lavouras, conseguimos ampliar a produção de alimentos sem expandir a área plantada”, pontua o diretor executivo da Andef, Mário Von Zuben.

Desafios da Andef

Segundo von Zuben, a indústria de defensivos agrícolas é a segunda que mais investe em pesquisa e desenvolvimento proporcionalmente com o seu faturamento. Foi isso que permitiu, desde a década de 1980, reduzir em média mais de 80% a dose necessária de herbicidas, fungicidas e inseticidas por área.

Apesar dessa avidez pela inovação tecnológica, muito presente no agronegócio, a utilização de sistemas informatizados para a gestão da produção chegou mais tarde no campo. “Isso se deve à diferença nos ativos de processos organizacionais, recursos tecnológicos e necessidade de ganho de escala. Sempre foi um processo inevitável, mas tem ganhado força nos últimos anos”, diz o diretor executivo.

O desafio de utilizar melhor esse tipo de ferramenta se estende às empresas associadas à Andef. “As indústrias de defensivos investem sempre muitos recursos na busca por soluções que ajudam a reduzir o peso do investimento no ato de controle de uma praga. Tal redução, passará também, necessariamente, pela otimização no uso das ferramentas já existentes, além da oferta de novas soluções”, conclui Mário von Zuben.

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